Macaé, tem 30% de reservas para a próxima edição Offshore

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Macaé, tem 30% de reservas para a próxima edição Offshore

Evento teve visitação de 50 mil pessoas entre terça (23) e sexta-feira (26).
Organizadores apontam para resultados promissores; próxima é em 2017.

A empresa organizadora da feira Brasil Offshore, realizada em Macáe, no interior do Rio, divulgou neste fim de semana um balanço prévio da 8ª edição da terceira maior feira de petróleo e gás do mundo, que começou na última na terça-feira (23). Os quatro dias de evento reuniram 700 marcas expositoras e cerca de 50 mil pessoas circularam nos pavilhões da feira. “Quase 30% da edição de 2017 foi reservada. Os empresários sabem que esse evento faz parte do processo comercial deles”, informou o diretor da Brasil Offshore, Igor Tavares, satisfeito com os resultados.

Para expositores, parceiros e visitantes, a Brasil Offshore foi uma surpresa positiva e trouxe boas perspectivas para o cenário econômico nacional. De acordo com a empresa, nesta edição houve um acréscimo de aproximadamente 3% dos profissionais em cargos de diretoria e com maiores qualificações. “Houve um ganho considerável no perfil dos visitantes com mais potencial de compra e poder de decisão. Fora a arrecadação da cidade, que também ganhou. A feira foi um sucesso, cumpriu sua razão de ser”, ressaltou Igor Tavares.

Para o vice-presidente da “Reed Exhibitions Alcântara Machado” (empresa organizadora), Paulo Octávio Pereira de Almeida, a realização da Brasil Offshore comprova a força do mercado interno na realização de negócios e a ativação de contatos e conteúdo para a gestão das empresas diante do cenário atual. “A feira teve uma agenda positiva e mostrou qualidade em produtos, serviços e público visitante. O que prevaleceu nesta edição, além dos negócios gerados, foi a troca democrática da informação e conhecimento”, destacou.

“Isso mostra que, apesar do cenário complexo, de incertezas e de toda pressão que o mercado vive hoje, existe uma onda de otimismo, a percepção de melhora no médio, longo prazo, e, principalmente, mostra que a indústria nacional de petróleo e gás, sobretudo a sua cadeia de fornecedores, quer reagir e superar a crise. É preciso continuar trabalhando e investindo”, afirma o prefeito de Macaé, dr. Aluízio.

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